quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Segredos


Contei ao vento o teu nome e pedi-lhe segredo!
Disse-lhe que o mundo era cor de rosa
Que os dias se pintavam de alegria
E enchiam corações de melodias...
A tua, amor, é doce... suave como a a brisa do mar!
Toca notas de encantar e percorre caminhos
Sem sequer olhar para trás!

Paráste no ponto onde me encontraste!
Seguiste os passos na areia marcados,
Disseste um dia que voltavas... até hoje!
Sei-te perdido... mais nada!

Oh vento poque não contaste?
O nome daquele que não sei mais?
Talvez hoje eu encontrasse, a alma vazia numa canção...
Cantá-la e gritar que não sei mais...
Por onde se escondeu aquela essência
Que me acordava pela manhã a contar
Segredos que só a mim confiava!

Pára... e Escuta...
Não ouves? Não sentes?
A minha mão a segurar na tua... porque a distância
Levou o segredo... e o sentimento
Esqueceu...
De quebrar a promessa que me fez...

Preferia antes assim...

1 comentário:

Sal Ober disse...

parece que me vou manter por aqui muito do meu tempo. dispender parte do que sou porque me faço aqui... como (me) tenho feito aliás.
o vento canta, sussurros fugazes,
porque ninguém nos levanta se não formos capazes de ouvir.

beijo sentido, escutado.